A referência que faço de seguida é em segunda mão, mas, parecendo-me fiável, partilho-a com os leitores.
Cris Rowan, uma "terapeuta ocupacional pediátrica", refere, no seu blogue, que, recentemente, a Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Canadense de Pediatria recomendaram a restrição ou, mesmo, proibição, da exposição das crianças (pelo menos até aos 12 anos de idade) às novas tecnologias da informação e da comunicação (telefones, tablets, jogos electrónicos...).
Lista dez motivos, apurados nos documentos apresentados por essas duas instâncias e em estudos credíveis, para explicar tal posição: pelo facto de ser uma etapa de vida em que é rápida a organização neurológica do cérebro, as novas tecnologias provocam problemas de atenção e outros, desencadeando problemas cognitivos. Também provocam atraso no desenvolvimento motor, obesidade, com associação de outros problemas, privação do sono, distúrbios mentais, agressividade, e dependência. Isto para não falar da radiação que os equipamentos emitem, que afectam particularmente os cérebros e sistemas imunológicos. Por fim, refere que é o próprio futuro das crianças e jovens que, por todas as razões apontadas, se encontra comprometido.
Poderá o leitor ler uma explicação mais aprofundada aqui.
Maria Helena Damião
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1 comentário:
A ser verdade, é extremamente assustador, dado que a esmagadora maioria das crianças tem contacto quotidiano com estas tecnologias e durante largos períodos de tempo.
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