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2 comentários:
Luís de Camões, com o passar dos anos, ou muito me engano, vai ganhar mais importância pelo significado da sua obra e pelo valor humano da personagem, que ainda não foi suficientemente contextualizada. A história, contada em registo biográfico, como é corrente fazer-se, não faz jus a ninguém, é algo estereotipado, que só a imaginação e a criatividade e a informação alargada e mais profunda, pode salvar da paródia em que tudo se tornou.
É preciso muito mais do que uma certidão de nascimento e de óbito para se poder falar de alguém e, no caso do Camões, é preciso admirá-lo como ele merece. O maior poeta português.
"... Supondo que os amigos do poeta eram bastos como tortulhos e poderosos como cônsules, não impediu que duas vezes, pelo menos, catrambiasse no Tronco, e uma vez com certeza fosse parar ao degredo, marcos miliários da interminável via da amargura que foi a sua existência, tanto ou tão pouco espinhosa que a mão de D. Gonçalo Coutinho, movida não se sabe a que impulso, lhe gravou na campa a legenda justiceira e tremebunda: "Viveu pobre e miseravelmente e assim morreu..."
pp.165/166
Aquilino Ribeiro
LUÍS DE CAMÕES
Fabuloso * Verdadeiro
Ensaio: Volume I
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