segunda-feira, 10 de setembro de 2018

No Inferno a falar sobre o caso da conferência de negacionistas climáticos na Universidade do Porto

10 comentários:

  1. Os "negacionistas" não apresentam provas ? E os alarmsitas que provas apresentam ? O Hockey Stick, os gráficos de computador manipulados...?

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  2. O mais engraçado é o MEDO que a corrente alarmista tem da livre expressão da corrente céptica. Se mandassem, proibiam livros, conferências e entrevistas. Quem está seguro das suas ideias não tem medo dos outros.

    É como o avanço da "extrema direita", que não é nada extrema, é apenas direita radical (extrema direita é outra coisa muito pior). Quanto mais for perseguida, segregada, sistematicamente culpada de todos os males, mais apoios hão de ganhar, pois as pessoas bem vêem que o que desestabiliza e corrói as sociedades de bem estar europeias é a vaga multitudinária de imigrantes. Deabatam com eles sem medo, corrijam esta vaga, e essa direita esvazia e morre.

    Querem matar os "negacionstas", não é ? Debatam com eles, argumentem, destrocem-nos com evidências em vez de fazerem propaganda mediática que tem o mesmo tom de aldrabice que vocês vêem na propaganda deles.

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    1. Os negacionistas do aquecimento global deviam ser obrigados a a conviver durante um ano com os ursos polares das regiões árticas para sentirem no pelo a realidade nua e crua do galopante aquecimento global que, se não for estancado a tempo, provocará, a breve prazo, a extinção de várias espécies animais e vegetais e milhões de mortos entre homens, mulheres e crianças!

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  3. Comentário recebido de Rui Baptista:

    " Como quem varre a sua testada, o antigo presidente de Angola. José Eduardo dos Santos, no último Congresso do MPLA, em discurso de despedida de funções políticas , reconheceu, embora tardiamente, ter errado por vezes.

    Já diziam os antigos latinos: "Errare humanum est"! Já teimosia de mau pagador me parece tentar evocar uma distorcida liberdade de imprensa pondo, "ipso facto", em causa a missão dos muros universitários como fonte de Ciência, nunca de especulações.

    E por que isto se passou numa Faculdade de Letras, ocorre-me à lembrança o nosso Antero reproduzindo o seu apelo ao "soberaníssimo bom senso". Haja, portanto, ainda que apenas, simples bom senso. Será exigir muito?"
    Rui Baptista

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  4. David Marçal, não tens qualquer credibilidade que reste! Zeeero! Ainda não te ouvi um só argumento de jeito. Muito blá, blá, só há um problema, não há maior soberba do que achar que o Homem pode mudar o clima terrestre com a sua actividade normal, e por outro lado, se você defende que a engenharia da manipulação climática é puro conspiracionismo, ignorando tudo o que já foi tornado público... precisa ser congruente. Não há qualquer consenso, nunca houve tão pouco! David Marçal é representante do pensamento revolucionário aplicado à ciência. Jamais o CO2 e os seus mecanismos de feedback poderia explicar as acusações que lhe fazem. Para isso, caramba, culpem o SO2 que parece melhor na fotografia, embora não convença ninguém. Como sempre, o Sol nada tem a ver com isto. Nada! O David Marçal é daqueles que vive num universo onde tudo é estático.

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  5. Agradeço ao Professor Carlos Fiolhais a publicação do meu comentário. Erro meu, rectifico na 1ª linha do respectivo 3º parágrafo, onde escrevi por que, para porque.

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  6. O Ceticismo sempre foi um dos fundamentos do progresso da Ciência. Tentar censurar quem é cético, parece-me estranho, mesmo que não concorde com os negacionistas.

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  7. Não me colocaria do lado dos que se recusam a reconhecer que o planeta terra está a ser destruído pelo homem, de múltiplas formas irreversíveis, sem retorno, incluindo alterações climáticas desastrosas. Não é por, hipoteticamente, alguma alteração derivar de fenómenos extraterrestres, que me colocaria, não apenas contra as evidências, mas também do lado das improbabilidades, ignorando a enorme realidade da devastação dos habitats. Ou seja, não me colocaria do lado de uma qualquer teoria que torturasse, sacrificasse e maltratasse irreversível e definitivamente os factos, até e principalmente o facto de estarmos a ser destruídos, pela acção do homem e não só.
    Vivemos um tempo de alertas e de alarmes mais do que justificados.
    As soluções baseadas e preconizadas em princípios e práticas antigas, instituídas pela força dos usos e dos paradigmas milenares de organização jurídico-política e económica são hoje um perigo, impensável nos alvores da industrialização e da exploração económica liberal e individual, dos recursos do planeta.
    Muito está a mudar e muito rapidamente, de tal modo que os modelos conhecidos de resposta política, jurídica e económico-social, nomeadamente internacionais, são incapazes de satisfazer as exigências de racionalidade e de fundamento que se colocam.
    Estou a pensar, por exemplo, no problema dos migrantes, dos refugiados...E no problema da apropriação e exploração dos recursos naturais das diversas regiões do nosso planeta.
    Os Estados e os povos não vão poder continuar a fingir que as coisas podem ser resolvidas e solucionadas com base nos princípios clássicos e antiquíssimos, mas muito primitivos e tacanhos, da soberania territorial estadual.
    O princípio de que o planeta é igualmente de todos, de que ninguém tem mais direitos, hereditários ou outros, nem títulos especiais e privilegiados de vocação ao património da humanidade, científico, cultural, material, vai ter de ser equacionado se se pretender responder a algumas das questões mais dramáticas e prementes do nosso tempo.
    Muitos se manifestam pelo que temem perder, mas vai ser preciso aprender novas formas de ganhar.

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  8. Talvez, alguns negacionistas reparem em alguns factos que não suportam a teoria do aquecimento global provocado pelo homem! A Terra já teve maiores variações climáticas antes da era industrial, os gráficos das temperaturas globais não coincidem com os gráficos da percentagem de CO2 na atmosfera. David Marçal e outros tais tentam equivaler quem vê fraca base científica na teoria do aquecimento global provocado pelo homem na mesma categoria da acupuntura, da homeopatia e outras medicinas holísticas as quais têm já muitos experimentos científicos que as negam, o que não existe na teoria de que o Homem não é o principal responsável pelo aquecimento global. O nome da teoria até foi alterado quando os factos não concordaram com a teoria, algo a que se tem dar crédito à ciência, na sua procura por eliminar erros e teorias erradas. David Marçal e outros tais recusem em pleno discutir a negação das alterações climáticas provocadas pelo homem, quando houver factos evidentes e quando as experiências científicas tiverem passado por testes duplo-cegos.

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  9. Gostava que os comentadores da opinião, se focassem e mostrar onde os oradores que foram a esta conferência estavam errados. Dizer que estao errados porque trabalham para petrolíferas, acho que é um mau contributo para o desenvolvimento científico e para esclarecimento do público leigo, onde eu me insiro.

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