quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Uma (re)visão do conceito de "banalidade do mal"

Theresa Calvet de Magalhães, professora universitária aposentada, que conhece em profundidade a obra de Hannah Arendt, discute, no vídeo abaixo, a reportagem que a filósofa fez do julgamento de Eichmann, traduzida no livro Eichmann em Jerusalém.

Trata-se de uma discussão com bastante interesse, que faculta uma outra interpretação para a expressão "banalidade do mal".

"Interconexão Brasil", com apresentação de Domingos Giroletti

1 comentário:

  1. Esta entrevista reporta ao filme Hannah Arendt 2012 e não ao O Espírito de Hannah Arendt 2015.
    Na altura a minha análise foi similar ao de Theresa Calvet de Magalhães, demasiado simplista e ingénuo considerar Eichmann um mero palhaço cumpridor de ordens e não um criminoso, a maldade não poderá ser tão banal, acontecendo por contágio.
    Quanto à presença no filme da sua relação ao longo de toda a sua vida com Martin Hedeggen, seu mentor e amante, personagem marcante na sua vida, tendo ele sido simpatizante Nazi, não teria sido uma tentativa de explicar a origem do seu pensamento sobre o julgamento de Eichmann e o mal?

    ResponderEliminar

1) Identifique-se com o seu verdadeiro nome.
2) Seja respeitoso e cordial, ainda que crítico. Argumente e pense com profundidade e seriedade e não como quem "manda bocas".
3) São bem-vindas objecções, correcções factuais, contra-exemplos e discordâncias.