quarta-feira, 23 de novembro de 2016

PETIÇÃO CONTRA A PRECARIEDADE NO ENSINO SUPERIOR E NA CIÊNCIA

Informação recebida do SNESUP. Já assinei a petição aqui referida: 
 
A precariedade no Ensino Superior e Ciência é uma matéria que diz respeito a toda a comunidade académica. É algo que conhecemos no quotidiano mas cuja dimensão muitos desconhecem. O SNESup tem vindo a recolher exaustivamente dados sobre esta questão. O cenário é de intervenção urgente, atingindo mais de 14.000 docentes e investigadores. 


A precariedade transporta a degradação de todo um sistema, transformando o sentido da profissão de docente e investigador. É um sinal errado para a sociedade sobre a natureza do emprego qualificado. Assume-se como sintoma de um claro subfinanciamento e de práticas menores que se tornaram maioritárias no espaço académico e científico, onde não deveriam ter lugar. Como comunidade é fundamental agirmos para resgatar a dignidade do sistema. Lançamos por isso uma petição  http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT83720  que dirigimos ao Presidente da República, Presidente da Assembleia da República, Primeiro-Ministro, Ministro da Ciência Tecnologia e Ensino Superior e deputados da Assembleia da República. Nela pode encontrar as reivindicações de um espaço comum, que pretende que o Ensino Superior e Ciência abandone o espaço do iníquo e possa ser conhecido como espaço elevado com as necessárias boas práticas laborais. Recuperar a dignidade de todos é uma matéria fundamental. Assegurar as carreiras e as remunerações adequadas passa também por aqui. Convidamo-lo por isso a fazer parte deste movimento e a assinar a petição. Contamos com a sua colaboração e muito agradecemos que possa partilhar esta petição, por forma a intervirmos seriamente neste problema.
Como comunidade académica é tempo de agirmos.
 
Saudações Académicas e Sindicais
A Direção do SNESup

22 de novembro de 2016

Sem comentários:

Enviar um comentário

1) Identifique-se com o seu verdadeiro nome.
2) Seja respeitoso e cordial, ainda que crítico. Argumente e pense com profundidade e seriedade e não como quem "manda bocas".
3) São bem-vindas objecções, correcções factuais, contra-exemplos e discordâncias.