segunda-feira, 20 de maio de 2013

I Colóquio Luso-brasileiro de História da Alimentação

Informação chegada ao De Rerum Natura.

Nos próximos dias 31 de Maio e 1 de Junho, decorrerá na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, em Montemor-o-Velho e Tentúgal o I Colóquio Luso-brasileiro de História da Alimentação. 

Trata-se de um primeiro grande passo no sentido de aproximar as pessoas que dos dois lados do Atlântico têm dado visibilidade, em português, a esta temática de reflexão.

Apresentação:

Os estudos sobre o que vulgarmente se tem chamado de “História e Culturas da Alimentação” vêm assistindo, nas últimas décadas, a um crescente impulso, tanto em Portugal como no Brasil. O interesse do meio académico e do público em geral sobre a percepção do fenómeno alimentar (nas suas vertentes social, cultural, histórica e artística, sem descurar a dimensão nutricional/dietética) revela-se um tema de discussão cada vez mais atractivo e capaz de criar novas formas de diálogo entre os universos da investigação e do ensino académicos e as esferas civis dos profissionais do sector do turismo cultural e gastronómico, bem como da busca da certificação de produtos regionais, que se distingam pela pertença a um património histórico identitário digno de preservação, visibilidade e divulgação nacional e internacional. Entendemos, pois, ser o momento de iniciarmos um diálogo, a partir dos investigadores e docentes do ensino universitário português, com os investigadores e profissionais ligados à temática da gastronomia no Brasil. Este evento permitirá uma troca fecunda de conhecimentos, mas também uma aproximação, que naturalmente brota de uma história (também alimentar!) comum, que se desejam ilustrativas dos avanços a que, dos dois lados do Atlântico, unidos por um idioma e um património, se tem assistido no domínio de uma “História da Alimentação” dialogante com o mundo actual.

Mais informações aqui.

Sem comentários:

Enviar um comentário

1) Identifique-se com o seu verdadeiro nome.
2) Seja respeitoso e cordial, ainda que crítico. Argumente e pense com profundidade e seriedade e não como quem "manda bocas".
3) São bem-vindas objecções, correcções factuais, contra-exemplos e discordâncias.