sexta-feira, 29 de junho de 2012

Políticos Corruptos: Como defini-los e eliminá-los!


18 comentários:

  1. Acho isto impróprio de um blogue sério como este. Apaguem. É preciso saber resistir à piada fácil em que muitos ignorantes embarcam.

    ResponderEliminar
  2. Respostas
    1. Ainda bem que este blog não censura as opiniões como estes iluminados anonimos queriam...

      Eliminar
    2. Acho que o caro anónimo não iluminado (das 22:46) não sabe o que é a censura.

      Eliminar
    3. Por exemplo: acho a colcha de retalhos brega, estilo tem a colcha inteira, assim tipo cobre leito e que aquece, na moda atualmente. É funcionalidade.

      Eliminar
    4. Caro anónimo das 22:46
      Está enganado...porque as censurados, você nem sabe que existem. O que não se publica não existe, não é?

      Eliminar
  3. Espantoso. Como é que pessoas inteligentes (o que suponho ser o caso de quem dirige este blogue) acham que isto merece estar aqui?

    ResponderEliminar
  4. Esta rapaziada pensa que são os políticos que mandam. Como a vida lhes corre mal e não sabem quem os rouba, chutam para o lado para onde estão voltados.
    Ana Simões

    ResponderEliminar
  5. Não percebo o azedume do Anónimo contra o post. Não são os políticos tudo aquilo que ali se diz? Não são eles os mais corruptos ou corrompíveis? Olhe-se para Portugal! Depois, não são eles impunes, façam as atropelias que fizerem contra o País? Algum deles é condenado? Qual deles se insurge contra as leis iníquas que nos regem - leis feitas por lobbies de advogados, leis confusas e cheias de meandros para que os advogados tenham sempre "trabalho" e os ricos e corruptos nunca sejam condenados? Não são eles que aceitam os sistemas económico-financeiros que afundam o mundo em injustias de toda a espécie? E isto a nível global! Prove-me, o Anónimo, o contrário e entendê-lo-ei! Aliás, não são os eleitores obrigados a votar naqueles que os partidos autocraticamente colocam nas listas? E não são quase sempre os mesmos? Haverá alternativa para o cidadão senão abster-se como protesto contra tal tirania partidária? Invente-se um novo sistema eleitoral para que o povo possa eleger quem achar competente para o cargo (A começar, em Portugal, pela redução para 180 dos deputados). Este, de certeza, não serve!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Pelo jeito em termos de política Portugal está igual ao Brasil...

      Eliminar
    2. José Batista da Ascenção1 de julho de 2012 às 22:36

      Caro Kynismós

      Eu admito que esteja pior, muito pior.

      Repare, o Brasil levanta-se. O povo acredita em si próprio. E o mundo tem um respeito cada vez maior pela nação brasileira.
      Em Portugal não há esperança. Os nossos políticos, quase sem excepção, não merecem credibilidade. E, no entanto, são repetidamente eleitos. E ninguém (ou muito poucos) questiona(m) o sistema eleitoral para os representantes do povo na assembleia da república, a que os cidadãos, enquanto tais, não podem candidatar-se nem propor, eles mesmos, quem os represente.
      Depois temos o futebol, onde não ganhamos (quase) nada, para nos iludirmos sobre a nossa pretensa qualidade...
      Resta-nos, talvez, o fado, em que temos bons artistas, alguns romancistas, poucos (bons) poetas, uma culinária de "estalo" e um país fisicamente bonito e diverso, se o não estragássemos... O que é pouco, para uma nação das mais antigas da Europa.
      E quando fizémos coisas boas, como por exemplo "construir" o Brasil, foi um pouco à sorte, com um rei fraco, sujo e cobardolas a fugir miseravelmente de um invasor, sob a "proteção" de interesses estrangeiros. Tão fugitivo e tão às cegas como os nossos emigrantes, de ontem e de hoje. Sempre com o "berço" a marcar a alma.
      Com tristeza digo isto. Mas prefiro não o esconder.
      E no entanto gosto muito da minha gente e do meu povo. Tanto quanto lhe detesto os defeitos.
      Que são defeitos meus também, porque sou português.
      Há apenas uma coisa extraordinária em Portugal: a Língua Portuguesa. E também essa parece sujeita às intempéries da estupidez, traduzidas naquilo a que alguém chamou "aborto ortográfico".
      Só há uma luzinha que não deixa morrer em mim a esperança: um povo com tantos defeitos tem que ser extraordinário.
      Esforço-me, sem qualquer custo, por acreditar nisto.

      Eliminar
  6. Tanto ecletismo e puritanismo moral de alguns intervenientes. a sua intelectualidade estará turva como as fraldas? concordo que esmiúcem a vida política desses seres intocáveis.

    ResponderEliminar
  7. Não é azedume, é discordância.
    Passar para 180 deputados!? O resultado seria a eliminação, ou redução drástica, dos deputados críticos do bloco central. Se a proporcionalidade não é importante por que não reduzir ainda mais? Por exemplo para 10 deputados! Já não vou ao extremo de zero deputados, apesar de haver defensores desta ideia. Seria muito barato.
    Como começou a crise? Foi iniciada por políticos? Ou por gente não eleita mas com muito poder financeiro?
    Note que há vários anónimos, desconfio que se refere a mim (sou o anónimo das 11:48).

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Zero deputados seria o ideal.
      Ana Martins

      Eliminar
  8. "Os nossos políticos, quase sem excepção, não merecem credibilidade. E, no entanto, são repetidamente eleitos." Aqui está perto de acertar. Só lhe falta a conclusão. Vejamos. O segredo está no "são repetidamente eleitos". Tem de se concluir que o mal não está nos políticos mas no eleitorado. "não podem candidatar-se nem propor, eles mesmos, quem os represente." Olhe que podem. Quem o impede de se candidatar? Ou de se organizar politicamente?
    Todos gostam de sacudir a água do capote, daí o grito muito frequente de que a culpa não é minha, é dos tipos em quem eu voto. Qual o eleitor que assume a responsabilidade? É melhor atirar para os políticos.

    ResponderEliminar
  9. O senhor é um politico anónimo, logo não tem direito a voto e a opinar!

    ResponderEliminar
  10. Caro Cônsul: por acaso tenho o direito de votar e opinar anonimamente. Já antes de 1974 tinha. E exerço sempre que posso.

    ResponderEliminar

1) Identifique-se com o seu verdadeiro nome.
2) Seja respeitoso e cordial, ainda que crítico. Argumente e pense com profundidade e seriedade e não como quem "manda bocas".
3) São bem-vindas objecções, correcções factuais, contra-exemplos e discordâncias.