quinta-feira, 15 de março de 2012

Cigarro: Vício que mata


"O CIGARRO é o mais abjeto dos crimes já cometidos pelo capitalismo internacional. Deve ser tratado como o que de fato é: um dispositivo para administrar nicotina, a droga que provoca a mais torturante das dependências químicas conhecidas pelo homem!"

(Dráuzio Varella)

9 comentários:

  1. isto é a gozar ou é para ser levad o a sério?

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  2. Faz em Abril próximo dez anos que larguei esse vicío e sinto-me um "Homem Novo". :)

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  3. Caro anónimo:
    Claro que é a sério. Estes são dos tipos que querem fazer da vida uma sensaboria. O que lhes interessa é viver muitos anos (passar dos cem) mesmo que viver seja uma seca sem vícios. Deixe-os falar, a falar não fazem mal a ninguém. (Ou se calhar fazem mas eu eu sou pluralista)

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  4. Caro Anónimo (das 12:19 PM):

    Por mim, pode continuar tranquilamente com a sua maravilhosa vida «saborosa», os nossos impostos ajudarão a pagar as suas doenças induzidas por esses (e outros) magníficos «sabores».
    O mundo não é perfeito, jamais será, pelo que suporta perfeitamente toda a panóplia de «sabores» que dão colorido à vida.
    Se os nossos impostos já pagam tantas outras aberrações, porque não essas mais também?
    Tontos são todos os que experimentaram os «maravilhosos sabores», e, a dado passo, desistiram de ser felizes durante toda a vida.
    Mas sempre houve tontos, não é.
    O mundo é composto por um pouco de tudo.

    P. S. Cientistas da Saúde, penitenciem-se pelas descobertas que têm feito, e provado, que afinal apenas servem para tornar a vida monótona e retirar-lhe felicidade, ou pelo menos induzir os felizes à renúncia da felicidade «saborosa».
    Devolvam o dinheiro que têm gasto nas vossas investigações «inúteis».

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  5. "Cientistas da Saúde, penitenciem-se pelas descobertas que têm feito, e provado, que afinal apenas servem para tornar a vida monótona e retirar-lhe felicidade, ou pelo menos induzir os felizes à renúncia da felicidade «saborosa»." De pleno acordo consigo.
    Anónimo vicioso

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  6. "Se os nossos impostos já pagam tantas outras aberrações, porque não essas mais também?" Mais uma vez de acordo. Os nossos impostos não pagam a guerra?

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  7. "Por mim, pode continuar tranquilamente com a sua maravilhosa vida «saborosa»," Só faltava que não pudesse!

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  8. "os nossos impostos ajudarão a pagar as suas doenças induzidas por esses (e outros) magníficos «sabores»." Claro, é para isso que servem os impostos.

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  9. Até o Einstein fumava. Lixou-se: morreu. E se não tivesse morrido ainda hoje era vivo. Conclusão: não fumem.

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