Terça-feira, 5 de Outubro de 2010
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)
O blog que partilha o título com o poema de Lucrécio fala também de várias coisas do mundo, procurando expor a sua natureza. Parte da realidade do mundo (o nosso mundo, feito de átomos e espaço vazio) para discutir o empreendimento humano da descoberta do mundo, que é a ciência, e as profundas implicações que essa descoberta tem para a nossa vida no mundo.
Para continuar, com eventual colaboração:
ResponderEliminarO zé-povinho somos todos nós
que pagamos impostos sem bufar,
ou seja, sem poder erguer a voz
e contra esta pandilha protestar!
JCN
Completando, à excepção do título:
ResponderEliminarA albarda carregamos sem remédio
seja quem for o dono do poder:
uma desgraça a nossa vida, um tédio,
uma total ausência de prazer!
Querem que eu seja estúpido, iletrado,
de todos e por tudo apanho e levo
somente por dizer o que não devo.
Este é o zé-povinho, o sempre aflito,
besta de carga, cujo desagrado
apenas se traduz pelo... manguito!
JOÃO DE CASTRO NUNES