quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Para evitar mais massacres

Há um ano, em Agosto, referia aqui a destruição de livros sobrantes por editoras portuguesas.

Em sequência, no passado mês de Março, tive conhecimento de que a Ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, considerou publicamente essa destruição inaceitável.

Ontem li uma notícia animadora a este respeito: as editoras poderão oferecer obras sem valor de mercado a instituições várias, ficando dispensadas de impostos.

9 comentários:

  1. Oferecer obras sem valor de mercado não é mérito nenhum! É verem-se livres de lixo, aliviando as prateleiras. JCN

    ResponderEliminar
  2. Que raio de feitio têm algumas pessoas. É claro q as obras têm valor de mercado reduzido, senão não estariam para ser destruidas pelas editoras. Mas esta é uma óptima notícia para quem gosta de livros e ficamos a devê-la à ministra Gabriela Canavilhas. Pelo q saiu no DR de ontem, as editoras passam a poder oferecer a certas entidades, sem mais encargos, os milhares de livros que até aqui gilhotinavam.

    ResponderEliminar
  3. Uma obra pode não ter valor de mercado por escassez de comprador e indisponibilidade das livrarias de o ter pelo lugar que ocupa longamente nas suas prateleiras. Mas um livro se já teve valor de conteúdo, este permanece sempre e há muitas pessoas (inclusive eu) que já leu livros ou excertos destes em bibliotecas públicas ou de instituições, mas que não compraria.
    Todavia, se existem comunidades lusófonas com falta de livros em Português na diáspora ou nos países de expressão portuguesa, talvez fosse um destino a pensar para alguns desses livros.

    ResponderEliminar
  4. Que entende vossemecê, senhor Anónimo das 10:08 , por "mercado reduzido"? Refere-se aos alfarrabistas? Acha que, se tivesse qualquer espécie de valor, ainda que "reduzido", as editoras os condenavam à guilhotina?! A parvoíce... tem limites. Quanto a feitios, cada qual tem os seus: uns melhores, outros piores. Alguns... intoleráveis: talvez o meu! JCN

    ResponderEliminar
  5. Afinal não é só um raio de um feitio, é mas é falta de educação e de inteligência.
    Nem sequer percebeu o que eu disse, mas também não tenho pachorra para lhe explicar. Para não passar já à ofensa, como você, olhe... vá ler uns livros, pode ser que isso melhore. E passe mal!

    ResponderEliminar
  6. Saloiadas, meu caro amigo anónimo, saloiadas! De qualquer modo, muito obrigado pelos elogios e votos de bom passadio! Farei por isso. JCN

    ResponderEliminar
  7. São livros senhores, são livros....

    ResponderEliminar
  8. Há livros e livres, caro amigo e senhor! JCN

    ResponderEliminar
  9. Corrijo a gralha "livres" por "livros". JCN

    ResponderEliminar

1) Identifique-se com o seu verdadeiro nome.
2) Seja respeitoso e cordial, ainda que crítico. Argumente e pense com profundidade e seriedade e não como quem "manda bocas".
3) São bem-vindas objecções, correcções factuais, contra-exemplos e discordâncias.