domingo, 17 de janeiro de 2010

A física do futebol



Cristiano Ronaldo, a 8 de Dezembro, passado marcou um notável golo de livre directo a 35 metros de distância da baliza, num jogo do Real Madrid contra o Olympique de Marseille. Agora dois investigadores de Biomecânica das Universidades de Castilla - La Mancha e de Elche analisaram a física do golo: o ângulo de lançamento foi de 25º, o tempo de voo de 1,44 s e a velocidade média da bola 87 km/h. O mais importante: a bola não teria entrado sem o efeito que foi dado, pois na na fase final do trajecto cai relativamente à trajectória sem efeito.

Como vai ser na África do Sul? Um físico inglês da Universidade de Bath, Ken Bray, que escreveu um livro sobre física e futebol ("How to Score. Science and the the Beautiful Game") afirmou recentemente que a nova bola do Mundial vai ser menos susceptível a efeitos. O ideal seria que o avançado português passasse já a treinar com a nova bola...

1 comentário:

  1. Em tempos, nos exames de Hidráulica do IST, uma das perguntas que se faziam (a propósito do teorema de Bernoulli) era «Como é que é possível marcar golos directos de canto?».
    Com as bolas actuais (mais rugosas do que as anteriores), o efeito da diferença de pressões é bastante acentuado - para desespero dos guarda-redes...
    Uma explicação simples pode ser vista [aqui].

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