domingo, 29 de novembro de 2009

A Odisseia adaptada para jovens

Frederico Lourenço prossegue o seu intuito de divulgação dos clássicos com a adaptação da Odisseia para os leitores mais jovens.
Esta obra foi publicada pela Editora Cotovia, que tem promovido nos últimos anos traduções, por especialistas, de obras clássicas.

Reveja-se o catálogo aqui.

5 comentários:

  1. O trabalho de Frederico Lourenço é um bom exemplo do que significa serviço público.
    Serviço público feito por um privado. Para contrastar por exemplo com estações de rádio e de televisão, que apesar di viverem à custa dos dinheiros públicos fazem um serviço privado - ao partido que está no governo. No caso (que dura há longos longos anos), ao PS.

    Mas haverá cidadãos realmente interessados nesse serviço público? Há, mas é uma pequena minoria. E não se encontram onde seria de esperar que se encontrassem: entre os professores. Se fosse possível questionar os professores de Português e de História relativamente a este género de obras, os resultados seriam deprimentes. Para conseguir esses resultados deprimentes não seria necessário perguntar a esses professores se já leram alguma obra desse género tendo em vista as suas aulas, bastaria perguntar-lhes se sabem da sua existência.
    Mas claro que esse tipo de perguntas são politicamente incorrectas e não devem ser feitas.

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  2. Venho aqui sugerir que quem se interesse por este livro espreite o que se escreveu sobre ele no (extinto) Mil Folhas e conheça o entusiasmo de Frederico Lourenço (atenção que não é Francisco) na tradução/adaptação da obra. Vá pelo endereço que se segue: http://www.slideshare.net/mrvpimenta/mf-odisseia
    Parabéns ao De Rerum Natura pela divulgação de livros (e tudo o mais) de boa qualidade.
    Rita Pimenta

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  3. Obrigada pela correcção ao lapso no primeiro nome do autor , a que a rapidez de publicação às vezes conduz! De facto, seria do interesse público que estas obras tivessem maior publicação...e, claro, a escola deveria ser o princípio.

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  4. Maravilha de notícia! Por aqui no Brasil os dois épicos clássicos foram traduzidos pelo Carlos Alberto da Cunha, mas a tradução do Frederico é bem superior...

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  5. Desculpem-me, o nome é Carlos Alberto Nunes.

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