TRADUZIR DO PORTUGUÊS?
Ver artigo do escritor brasileiro Cristovão Tezza: aqui.
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Posted by
De Rerum Natura
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10:34
Labels: literatura, língua
O blog que partilha o título com o poema de Lucrécio fala também de várias coisas do mundo, procurando expor a sua natureza. Parte da realidade do mundo (o nosso mundo, feito de átomos e espaço vazio) para discutir o empreendimento humano da descoberta do mundo, que é a ciência, e as profundas implicações que essa descoberta tem para a nossa vida no mundo.
8 comments:
Entre ler um original de um anuela científico em Inglês ou Frances ou lêr uma tradução em Brasileiro, a minha escolha recai sempre no original.
As traduções brasileiras são invariavelmente lixo. Muitas vezes mesmo científico.
Eu costumo ler muitos artigos e livros de ciências sociais de origem brasileira ou traduzidos no Brasil e são perfeitamente legíveis. Com a excepção de um ou outro pormenor mal se nota a diferença para o português de Portugal.
luis
Pena não ter o colunista traduzido as frases de exemplo para vermos a diferença. qualquer forma sei que soa estranho ao cidadão de cá (vice-versa também) a colocação de lá dos pronomes reflexos, a falta de artigos nos possessivos, alguns gerúndios (mais incomum a lisboeta que a açoriano) e assim sucessivamente. Mas também é estranho alguns estrangeirismos e neologismos que diferem por razões esquisitas: Porque razão hão-de os brasileiros abusar da palavra "curry" na sua língua, quando aquela deriva de caril na língua materna do brasil? Aberrações.
Claro que sou a favor das traduções PT-BR, e também das traduções do Português do Sec. XVI para o do Sec. XXI (tentem ler a Pregrinação de Fernão Mendes Pinto - Até lhe tremem as carnes...)
Temos que saber distinguir as aparências da realidade. O Acordo Ortográfico é meramente ortográfico, passa ao lado das questões de fundo do idioma, mas as pessoas convenceram-se de que com ele vamos começar todos falar igual.
Pura ilusão!
traduzir português
Eu dei-me ao trabalho de responder ao senhor brasileiro. Disse-lhe que ele nem se deu ao trabalho de saber se acontecia o inverso. Talvez se trate de iliteracia unidirecional. Transmiti-lhe que percebemos, por exemplo os artigos cientificos brasileiros, com ...acuràcia.....No final ainda me disponibilizei para lhe traduzir o meu comentario se ele nao percebesse.
Tenham do. Deve ser o primeiro autor que privelegia traduçoes (este ainda se distingue por o querer para a mesma lingua), um horror.
Nao valeu cara!!!
Em geral não tenho dificuldades em ler artigos científicos e técnicos brasileiros.
Quando tenho revela mais a minha ignorância do que qualquer defeito de terminologia ou erro de tradução.
Américo Tavares
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