segunda-feira, 27 de abril de 2009

"Da Terra ao Universo" a dois passos de casa


Informação recebida da organização do Ano Internacional da Astronomia:

Exposição do Ano Internacional de Astronomia marca presença em várias cidades do país

Já é possível vir a descobrir a Nebulosa da Cabeça de Cavalo ou a Galáxia Whirlpool a caminho de casa, do trabalho ou da escola. O Ano Internacional de Astronomia (AIA2009) surpreende o público com um encontro invulgar com a ciência: durante todo o ano, nas paragens de autocarros, nos jardins, museus, centros comerciais, nas estações de metro ou nos parques públicos, a estonteante beleza do Universo mostra-se de Norte a Sul de Portugal continental e nas regiões autónomas. A iniciativa está aberta a todas as câmaras que quiserem participar, sendo também solicitada a participação do público, através de registos fotográficos originais da exposição.

Chama-se "Da Terra ao Universo" ("From Earth To The Universe" no resto do mundo). É uma exposição fora de comum, que quer dar a conhecer alguns dos mais belos elementos do nosso universo. Não tem local marcado, mas já conquistou diversas câmaras do país que resolveram apoiar o Ano Internacional de Astronomia, ao colocar vários posters nos abrigos de autocarro e outros mobiliários urbanos das suas cidades. Está à espera de todos nós, mesmo ao virar da esquina.

Para chamar a atenção do público, a organização do AIA2009 em Portugal (o evento é promovido a nível nacional pela pela Sociedade Portuguesa de Astronomia, com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), da Fundação Calouste Gulbenkian, do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, do Ciência Viva e da European Astronomical Society (EAS)) seleccionou um conjunto de 10 imagens astronómicas de grandes dimensões, captadas por telescópios em terra ou no espaço.

MUPIs (Mobiliário Urbano para Informação) apresentando, entre outros, o relevo da Lua, uma protuberância solar, a Galáxia de Andrómeda, a Nebulosa da Lagoa e o remanescente de Supernova da Vela vão, por exemplo, ser visíveis nas cidades do Porto, de Évora, de Coimbra, de Sintra, de Portimão e no Faial, entre outros, sendo a iniciativa aberta a todos os municípios que desejarem vir a receber esta exposição, bastando para tal enviar uma mensagem para o secretariado executivo do AIA2009, através do e-mail aia2009@mat.uc.pt.

O projecto "From Earth To The Universe" (FETTU) foi apresentado na sede da UNESCO em Paris, em Janeiro passado, por ocasião da abertura internacional do AIA2009. Perto de 50 países estão neste momento envolvidos na exposição. "Pretendemos com esta mostra de grande escala expor a astronomia ao público em geral, de uma maneira inesperada mas, contudo, acessível a todos", revelam os responsáveis de um dos projectos-chaves do Ano Internacional da Astronomia. Se "Da Terra ao Universo" visa por um lado confrontar o público com as maravilhas do cosmos, quer também, num contexto alargado de ciência, arte e cultura, levar o público a perceber o conhecimento científico que se esconde por trás dessas magníficas imagens.

Ainda no âmbito da exposição "Da Terra ao Universo", o Ano Internacional de Astronomia desafia todos os amadores de fotografia a sair para a rua e a "imortalizar" a presença inédita dessas imagens astronómicas no quotidiano das nossas cidades. As mais belas fotografias do certame serão publicadas online pelo AIA2009 (aqui). Para participar, basta enviar a fotografia escolhida por e-mail (daterraaouniverso@gmail.com), indicando o nome do autor e a localidade onde foi tirada.

Câmaras participantes até hoje: Águeda, Bragança, Coimbra, Constância, Espinho, Estarreja, Évora, Faial, Figueira de Castelo Rodrigo, Montijo, Oeiras, Pombal, Portimão, Porto, Sintra, Torres Novas, Torre de Moncorvo, Viana do Castelo e Vila Nova de Gaia.

Mais informações: aqui.

1 comentário:

  1. Toque de Recolher. A Prisão Civil de Adolescentes. O “Reino” do “Socialismo do Céu”. O Último Estrago de Submissão do Embuste Teo-Pulhítico. O Mundo nas Mãos Divinas de Uma Máfia de Canalhas.

    “E eu que tinha apenas 17 anos baixava minha cabeça pra tudo, ... , era assim que eu via as coisas acontecer” (Nenhum de Nós) ... Anos 80 ... dias pré-Democracia.

    1958 ... Com um barulho intenso de uma tempestade, um infante nasce sentindo o frêmito de um momento gigantesco de uma Nação.
    Alguém dissera uma vez acerca do ser humano: “Note o homem, ele é uma ‘antena’ sensibilíssima”.

    Um gurizin não tem nem oito anos de idade e aguça atenção sobre notícias de jornais; ele sente as freqüências confusas, e uma penumbra esquisita tomar o fulgor das cores de sua Pátria.
    De pé, na chuva, um homem observava um portento erigido com orgulho, esforço, e um peito destemido, mas amargava um misto de pavor e desgosto indescritível; ao invés de estar contente com seus feitos em prol da nação, sentia o gosto da infâmia, da ingratidão, da perseguição, por melhorar a sociedade civil em que prestava serviço; o maior estadista brasileiro de todos os tempos: Juscelino Kubistchek; chorava ao ver Brasília. O coração estraçalhado do gosto do exílio (porque serviu bem ao seu País) notou o tentáculo do terror pederasta que destruiu Roma, Grécia,..., e viu-o ali fincado com as garras enterradas na Cidade que orgulhara o Brasil entre as capitais do mundo.

    O Brasil não podia erguer-se daquela maneira, desafiando a submissão dos aterrorizadores das nações, sem o tutelamento dos manipuladores de cabeças, dos usurpadores de riquezas, sem o crachá e as marcas dos parasitas em cada tantinho da vida do brasileiro. O Exército tomou a frente antes que o Brasil virasse cópia da Índia e esterco ressequido na mão de cercadores divinos de gente.

    Levanta-se Sarney com o fardo de uma tarefa imensa. Pego de surpresa, mas com tutano e escrúpulo civil, abre a Lei Rouanet, livra o País de censura, equipara o dinheiro nacional ao dólar; fala sem sofismas, sem mentira, o que era “rentabilidade”, instrui o povo, prepara o País para um futuro promissor.
    Mas de novo a penumbra espreita a vivacidade dos Anos 80.

    No afã de criatividade e ousadia e vigor democrático do mundo, parando tanques, quebrando muralhas, espocando luzes e músicas, os cidadãos sentem o brilho da sapiência humana e vislumbram o despontar de uma civilidade inebriante. Mas o espesso e negro resto dos tuteladores da liberdade civil se amancomuna em um conluio medonho, nocivo, temulento, e dissemina o vírus da discórdia, disfarçado de “paz”, “caridade”, “segurança”, e, “família”.
    O esgôto da dissimulação infiltra-se na Política, e paulatinamente transforma a autonomia representativa da Nação em dependurados cargos de capachos sacralizados, e prepara fantoches depredadores, forjados como plágios dos autênticos construtores da soberania civil do povo brasileiro. A violência irrompe desenfreada. Homens de valor caem, um por um, outros contêm suas vozes, ante à manipulação insana da turba de anencéfalos armados de divinos e encarnados intuitos. Uma gente “do bem” com cacoetes e torcimentos de bocas encosta na Educação, contaminando aceleradamente os Conceitos, cerceando os frutos dos Sociólogos, usurpando a Psicologia, comendo a Economia; cresce como um tumor encostando no lóbulo réptil das cabeças das pessoas, deformando a sonância e o esmêro da identidade da expressão brasileira num esquisito formato dependurador de vantagens com o endosso nojento de uma língua peguenta e o esgoto do curral divino.

    Superior Tribunal Federal: passado à prova por incessante processo de injuriação e descrédito público dá a todos os brasileiros a oportunidade de ver o espúrio modo dos “cotistas” da teo-pulhítica manchar o trabalho da Justiça no País. O lado negro da covardia, no molde repetido de como se cercava os escravos com a própria raça, provoca o achincalhe estapafúrdio da alta magistratura do País ante a face lívida da Nação. A Justiça tem seu dia de repúdio próprio por ter sido condescendente com o símbolo do Terror postado atrás das cadeiras dos Tribunais; e não ter ajudado as Forças Armadas a não se adularem com os astutos e “capacitados” mercadores e seguidores da astúcia divina.

    A Sociedade pena sob imensa e covarde submissão. A mentira deslavada tornou-se praxe, tornou-se “regulamento” do “se dar bem”. Quer andar na rua sem ser molestado? Pague. Quer telefonar pra alguém em confidente declaração? Esqueça. Quer correr livre nos gramados? Ele foi remanejado pros saltitos “bonitinhos” dos cachorros (Temos que estar distraídos a todo custo). A corrupção teocrática enriquece soberbamente os canalhas mais “capacitados” pela falta de qualquer escrúpulo. De esmolas obrigatórias à roubo descarado de propriedades, e dinheiro civil dado à força pra insufladores de guerras e terrorismos, os nababos drenam sem pena a riqueza dos que produzem; é o parasitismo teo-pulhítico que dizimou sem dó até a última umidez do osso os povos antes de nós.

    Somos jovens, somos adultos, somos seres humanos para ver. Temos, por Natureza, a História para ver, e a consciência para refletir, e o brio civil para resistir.

    “Pra quê estudar? Não é isso que me faz prosperar”. É isso que se ensina como lição nacional. “Pra quê crasear a forma léxica? Isso não faz bem à minha preguiça psicológica; não tô nem aí pra performance inigualável de nossa Língua!”. Aquela marca usurpadora da bandeira e dos símbolos da pátria brasileira borrada nos documentos da União Federativa do Brasil e no casco daquele navio dará tudo que a desonestidade conseguir vender à quem for “esperto”.

    “Eu tô bem; ‘na paz’; meu filho tem a polícia, o (de)governo, e as igrejas, pra educá-lo; às 10:30h ele estará aqui bonitinho na barra de minha paternidade tutelada. Ora bolas! Desde Ur, na Antiguidade, já devíamos ter metido uma corda no pescoço dessa garotada rebelde; com tanto clube divino por aí, o que eles mais querem? As músicas já decoramos com a ‘essência celestial’; já redublamos as séries de TV; já montamos a ‘vitrine da fofoca’; já açulamos o interesse vulgar com nossa mídia obsessiva”; o que mais esses desalmados querem? Que liberdade que nada, isso é coisa que dá e passa”.

    1ª. Declaração do Desenlace.
    Haddammann Veron Sinn-Klyss
    segunda-feira, 27 de abril de 2009

    ResponderEliminar

1) Identifique-se com o seu verdadeiro nome.
2) Seja respeitoso e cordial, ainda que crítico. Argumente e pense com profundidade e seriedade e não como quem "manda bocas".
3) São bem-vindas objecções, correcções factuais, contra-exemplos e discordâncias.