domingo, 25 de janeiro de 2009

A EVOLUÇÃO DA BÍBLIA


Informação recebida da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra (clicar para fer a imagem do Livro do Génesis numa bíblia antiga):

Com abertura integrada na Semana Cultural da Universidade de Coimbra (o dia da Universidade é 1 de Março) a Biblioteca Geral está a organizar na Sala de São Pedro uma exposição intitulada "A Evolução da Bíblia", que visa mostrar todo o percurso percorrido por essa obra desde os manuscritos até ao livro impresso e, modernamente, o livro electrónico. Durante a referida Semana o Teatro da Raínha representará nessa mesma sala, que alberga a magnífica biblioteca antiga do Colégio de São Pedro, a peça de teatro "Uma Noite na Biblioteca" do filósofo francês Jean-Christophe Bailly.

3 comentários:

  1. A todos os evolucionistas e criacionistas faria bem lerem o 1º capítulo do livro do Génesis. Aí se pode ler a criação por etapas, dos astros, a criação por etapas dos mares e depois da superfície terrestre, a criação de animais marinhos antes dos animais terrestres e a criação de um homem ético e ecológico. Um homem a quem é dado o poder de nomear os animais fazendo-o assim no primeiro responsável pela sua preservação. Um homem vegetariano, tal como a maioria dos primatas ainda o são. O homem, de acordo com a Bíblia, só come carne a partir de Noé e após o dilúvio!
    Maior hino à evolução da criação não há, como o reconheceu Agostinho de Hipona!
    O título deste post é sugestivo e feliz! Embora se refira a outras coisas! Parabéns!
    Xico

    ResponderEliminar
  2. Em abono da verdade, o que foi censurado como pecado não foi uma dentada no bife mas sim na maçã.
    Talvez por isso o verme, roedor de maçãs por excelência, seja tão universalmente mal visto e o seu nome seja usado como suprema injúria.

    ResponderEliminar
  3. acho que a biblia mudou muito!!!
    ...mas tenho dúvidas de qual á diferença da biblia de cada religião.

    ResponderEliminar

1) Identifique-se com o seu verdadeiro nome.
2) Seja respeitoso e cordial, ainda que crítico. Argumente e pense com profundidade e seriedade e não como quem "manda bocas".
3) São bem-vindas objecções, correcções factuais, contra-exemplos e discordâncias.