sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Obrigado, Luís

O economista e professor universitário Luís Campos e Cunha escreve hoje no Público palavras simpáticas sobre a minha crónica das terças-feiras no mesmo jornal, intitulada "Pensar Outra Vez":
É sempre refrescante ler os artigos de Desidério Murcho, no P2 deste jornal. Têm o tamanho certo e levam-nos a pensar, o que é sempre útil, especialmente, neste mundo de sensações e de reacções. Um mundo de pouca ponderação e pouco pensamento e vivido mais pelo instinto do que pela razão. Aconselho a leitura e agradeço-lhe, mesmo sem o conhecer.
Obrigado, Luís! E obrigado ao Fernando Ferreira por me falar desta menção simpática.

5 comentários:

  1. Ó meu caro Desidério, o senhor que te fez o elogio é aquele político que foi ministro das finanças durante cinco dias (ou coisa do género) e "deu de sola" quando viu o estado lastimável das finanças portuguesas, preferindo ir ganhar mais umas coroas para o privado do que ajudar a causa pública? Foi? Eu cá, se estivesse na tua posição, dispensava elogios dele. Pode até ser nefasto para a tua boa imagem :)

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  2. Como não sou um futebolista, um político ou uma estrela de cinema, nem mesmo pornográfico, infelizmente, não me preocupo com a minha boa imagem. :-)

    Não sei quem é o Luís, mas é de simples boa educação agradecer palavras simpáticas.

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  3. Olá, sou Atila Iamarino do Lablogatórios e gostaria de entrar em contato com vocês. Por favor me mandem um e-mail para atila arroba lablogatorios.com.br

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  4. Como amigo e ex-aluno do Desidério vejo de perto a imensa contribuiição que ele deu para a divulgação e renovação da filosofia em Portugal e no Brasil. Ele divulgou tanta filosofia de qualidade e criticou tantos preconceitos instalados nas academias desses países que me faz lembrar Voltaire, quando este, em suas Cartas Inglesas, tentava divulgar as descobertas científicas e debates filosóficos sérios que ocorriam na Inglaterra numa França caduca. Temnos que seguir seu exemplo e não deixar que ele faça tudo sozinho.

    É uma pena que a imensa maioria dos filósofos sérios (que na verdade são pouquíssimos) pouco se importa com a imagem pública da filosofia ou com a sua divulgação. A tendência, se mantermos esse estado de coisas, é criar um isolamento da filosofia de qualidade, que ainda é exceção nas academias.

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