Olá, Tenho ouvido muitas vezes um argumento em defesa da língua portuguesa que é caricatura ingénua de falta de visão: O argumento consiste na defesa de que o português de Portugal é que é central e fundador da língua pelo que deve ser este o portugues a preservar. Acontece que uma lingua não se defende por nacionalismos e vaidades ou birras, mas por estudo, trabalho, práticas que reflicatam a investigação séria.. e disso poucos falam, catano! Então eu vou defender o geocentrismo só porque Ptlomeu era um gajo fixe e foi uma teoria fundadora do problema.
Falou ao Times pesquisar que o Acordo está assinado por Portugal deste 1991 altura em que o Google não tinha assim tanto poder (talvez por só ter surgido 5 anos depois...)
Nesta conversa toda, já agora, onde está o relatório, com números e seriedade que documente como as diferentes grafias estão a ser um entrave para a compreensão mútua dos brasileiros e portugueses?
1) Identifique-se com o seu verdadeiro nome. 2) Seja respeitoso e cordial, ainda que crítico. Argumente e pense com profundidade e seriedade e não como quem "manda bocas". 3) São bem-vindas objecções, correcções factuais, contra-exemplos e discordâncias.
Olá,
ResponderEliminarTenho ouvido muitas vezes um argumento em defesa da língua portuguesa que é caricatura ingénua de falta de visão: O argumento consiste na defesa de que o português de Portugal é que é central e fundador da língua pelo que deve ser este o portugues a preservar. Acontece que uma lingua não se defende por nacionalismos e vaidades ou birras, mas por estudo, trabalho, práticas que reflicatam a investigação séria.. e disso poucos falam, catano! Então eu vou defender o geocentrismo só porque Ptlomeu era um gajo fixe e foi uma teoria fundadora do problema.
A língua conquistada pelo Google?
ResponderEliminarFalou ao Times pesquisar que o Acordo está assinado por Portugal deste 1991 altura em que o Google não tinha assim tanto poder (talvez por só ter surgido 5 anos depois...)
Nesta conversa toda, já agora, onde está o relatório, com números e seriedade que documente como as diferentes grafias estão a ser um entrave para a compreensão mútua dos brasileiros e portugueses?
ResponderEliminarHá dias que só dá vontade de andas à chapada...
Pois, Kyriu, quando o Times publica lixo deste, não há chapadas que cheguem.
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