quarta-feira, 23 de abril de 2008

PORTUGUESES NA AUSTRÁLIA


Informação recebida do Museu de Ciência da Universidade de Coimbra:

08 MAI 08

Peter Trickett, jornalista britânico residente na Austrália, discute no seu livro Para Além de Capricórnio a teoria segundo a qual os portugueses terão sido os primeiros colonos europeus a chegar à Austrália, ainda durante a primeira metade do século XVI.

O autor baseia a sua tese no estudo de alguns mapas do Atlas Vallard (1545), ao constatar que, fixando metade de um mapa e rodando a outra metade por um ângulo de 90º, se conseguem obter as costas australianas Leste e Sul com grande pormenor e atribui a Cristóvão de Mendonça a descoberta da Austrália.

O Museu da Ciência convidou vários especialistas para debaterem este assunto no próximo dia 8 de Maio num colóquio que decorrerá das 10h00 às 13h00 e das 14H30 às 18h00.


COMUNICAÇÕES

LUÍS FILIPE THOMAZ

Instituto de Estudos Orientais da Universidade Católica

Não foi Cristóvão de Mendonça quem descobriu a Austrália


JOSÉ AZEVEDO E SILVA

Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra

Viagens e mistérios nos mares da Indonésia e da Austrália


JOÃO PAULO DE OLIVEIRA E COSTA

Departamento de História da Universidade Nova de Lisboa

Uma terra desinteressante. Os naufrágios holandeses na Austrália Ocidental do século XVII


FRANCISCO ROQUE DE OLIVEIRA

Departamento de Geografia da Universidade de Lisboa

A influência portuguesa na cartografia da Escola de Dieppe: de Nicolas Desliens a Jacques de Vau de Claye, 1541-1579


JORGE SEMEDO DE MATOS

Escola Naval

As rotas tradicionais do arquipélago e sua relação com as rotas não tradicionais


JOSÉ ALBERTO LEITÃO BARATA

Mestre em História dos Descobrimentos

A exploração dos litorais de Samatra


DEBATE MODERADO POR

FRANCISCO CONTENTE DOMINGUES

Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Sem comentários:

Enviar um comentário

1) Identifique-se com o seu verdadeiro nome.
2) Seja respeitoso e cordial, ainda que crítico. Argumente e pense com profundidade e seriedade e não como quem "manda bocas".
3) São bem-vindas objecções, correcções factuais, contra-exemplos e discordâncias.