quarta-feira, 30 de maio de 2007

O MÁGICO HOUDINI


Houdini (nome artístico de Ehrich Weiss, nascido em Budapeste, Hungria em 1874 e falecido em Detroit, EUA, em 1926) foi um dos maiores mágicos de todos os tempos. Especializou-se em libertar-se de algemas e em aguentar-se dentro de água. Fazia até as duas coisas ao mesmo tempo: libertar-se de algemas dentro de água. Morreu devido a um soco de um espectador, um boxeur amador, que o golpeou subitamente no abdómen nos bastidores de uma das suas sessões.

Ao contrário do que é costume entre os mágicos e ilusionistas, Houdini revelou muitos dos seus truques em vários livros de que foi autor. Eram conhecimentos de ciência, em particular de física, que lhe permitiam criar a ilusão. O mágico envolveu-se em polémicas públicas com espiritualistas e charlatões, o mais famoso dos quais foi o escritor Conan Doyle, o criador de Sherlock Holmes. Fez parte de um comité da revista Scientific American que ofereceu um prémio, nunca concedido, a quem conseguisse provar poderes sobrenaturais. Foi por isso o antecessor de mágicos como James Randi que, juntamente com cientistas, têm modernamente desmascarado todo o tipo de intrujões.

4 comentários:

  1. Curiosamente, Conan Doyle também reconhecia (e fê-lo em livros) que havia muita vigarice no meio espírita, e também fez o que pôde para, na sua óptica, "separar o trigo do joio".

    ResponderEliminar
  2. Houdini não morreu por levar um soco. Morreu porque já tinha um problema que na altura provavelmente não estaria diagnosticado. Levar o soco onde levou só veio piorar um problema que já existia.

    ResponderEliminar
  3. eu adoro o mágico Houdini por suas fugas.Ele era o verdadeiro magico que não tinha papas na lingua.Ele pode ter morrido mas suas mágicas ainda continuam vivas!

    ResponderEliminar
  4. Chris Angel é o Houdini do Século XXI !!

    ResponderEliminar

1) Identifique-se com o seu verdadeiro nome.
2) Seja respeitoso e cordial, ainda que crítico. Argumente e pense com profundidade e seriedade e não como quem "manda bocas".
3) São bem-vindas objecções, correcções factuais, contra-exemplos e discordâncias.